Chegamos, Amapá!

Em 2ª edição, festival literário reúne escritores, leitores e artistas do AP

Com o apoio das empresas CSA e CEA Equatorial, evento que incentiva a leitura ocorreu em vários pontos da capital com saraus, rodas de conversa, leituras e muito mais.

Dos dias 17 a 21 de outubro ocorreu a 2ª edição do Festival Literário de Macapá (Flimac), evento que reuniu leitores, escritores e entusiastas do mundo da literatura brasileira e amapaense. Durante os quatro dias de evento, os participantes puderam compartilhar experiências através da leitura de contos, poesias e histórias, além da apresentação de performances de artistas do estado. O evento contou também com a apresentação de manifestações culturais como o Marabaixo.

A iniciativa foi uma realização da Fundação Municipal de Cultura (Fumcult) e Associação Artística Cultural “Ói Nóiz Akí”, com o apoio da Concessionária de Saneamento do Amapá (CSA) e da CEA Equatorial.

A executiva de Comunidade da CEA Equatorial, Geaneide Vilhena, esteve presente no festival e pôde interagir com o público, reafirmando o compromisso e a importância de eventos como este.

Executiva de Comunidade do Grupo Equatorial durante abertura do Flimac.

“Nós vimos a necessidade de garantir apoio ao festival para que as pessoas entendam que o Grupo Equatorial trata muito além da água e esgoto e de energia. O Grupo também incentiva a cultura do Amapá através de momentos como este, levando mais conhecimento às pessoas e possibilitando o maior acesso à leitura”.

Com o tema "Literatura e Amazônia: Territórios e Saberes", foram realizadas rodas de conversas, debates e saraus em pontos diferentes como Mercado Central, Universidade Federal do Amapá, Universidade do Estado do Amapá, Conjunto Macapaba, escolas de Macapá e em pontos estratégicos de alguns bairros da capital.

A professora e poeta Carla Nobre, que prestigiou e participou do evento, destacou a necessidade de incentivo a ações como esta, que promovem a cultura do estado e possibilitam um maior interesse ao mundo literário.

“Para nós, artistas de Macapá, pessoas que lidam com a palavra, é muito importante ter o apoio da CEA Equatorial e da CSA, para que possamos fortalecer ainda mais o nosso movimento, os nossos livros, nossas histórias. O apoio foi fundamental para levar ao Flimac um público maior e trazer acessibilidade para quem não tem acesso ao livro e à leitura”, disse.

Comunicação CSA

Macapá, 24 de outubro de 2023